ValeParaibano
Domingo, 02 de Janeiro de 2005
Vai viajar? Veja em www.novadutra.com.br as condições da Dutra.
Fale conosco
Nacional
Geral
 

Réveillon

2 milhões ocupam a Paulista

São Paulo (Folhapress e AE)

Tiago Queiroz/AE
Clique para ver imagem ampliada
Mikhail Metzel/AP/AE
Clique para ver imagem ampliada
Frank Franklin 2º/AP/AE
Clique para ver imagem ampliada

Cerca de 2 milhões de pessoas foram à avenida Paulista comemorar a virada de ano. O evento começou às 19h30. Além da festa, a organização do espetáculo arrecadou alimentos e roupas para as vítimas do maremoto no sul da Ásia.

Além das atrações musicais, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) passou pela festa e fez doações. Acompanhado da primeira-dama, Lu Alckmin, o governador cumprimentou a população e ficou no local aguardando a chegada do prefeito eleito José Serra (PSDB), o que ocorreu por volta das 23h.

MORTES - Duas pessoas morreram na madrugada de ontem atingidas por rojões durante as comemorações de Ano Novo.

Na Vila Arriete, na zona sul de São Paulo, Zilda Aparecida Lopes, 52 anos, morreu após ser atingida na cabeça por um rojão. Ela estava reunida com outras pessoas assistindo a queima de fogos na rua Daniel Defoe. Zilda morreu na hora. A polícia ainda não conseguiu identificar a pessoa que disparou o foguete.

Em São João da Boa Vista (SP), Nazir Najar Nicolas, 53 anos, morreu depois que um rojão explodiu em seu rosto quando ia soltá-lo.

Cerca de 15 pessoas ficaram feridas na virada do ano em São Vicente, litoral de São Paulo, com a explosão próxima ao solo de um dos morteiros dos fogos de artifício programados para fazer a festa do Réveillon pela prefeitura da cidade.

RIO - No Rio de Janeiro, a comemoração foi atrapalhada por uma nuvem de fumaça, que impediu que uma parcela do público visse o espetáculo. Em alguns pontos da praia, a queima de fogos chegou a ser vaiada.

MUNDO - A tragédia na Ásia trouxe um clima de tristeza às comemorações pelo ano-novo em vários países. Em Sydney, na Austrália, cuja maior festa anual é a celebração do Réveillon, três horas antes do evento, no entanto, os organizadores pediram ao público estimado em 1 milhão de pessoas que fizesse um minuto de silêncio pelas vítimas na Ásia.

Já a Suécia, um dos países mais afetados pela tragédia, com 44 mortos e 3.500 desaparecidos transformou o 1º de janeiro em dia oficial de luto.

matéria anteriorÍndicepróxima matéria
CLASSIFICADOS
Balcão de Anúncios
ANÚNCIOS P/ cm
ASSINATURAS
Clube do Assinante
SERV. GRÁFICOS
EXPEDIENTE
PESQUISA
ED. ANTERIORES
SERVIÇOS
LINKS ÚTEIS
SUCURSAIS
BALCÕES
Empresa amiga da criança Grupo de Apoio à Criança com Câncer - GACC Laboratório Oswaldo Cruz Submarino InterNexo Ltda. provedor de serviços Internet
© 2005 ValeParaibano. Clique aqui para reprodução e direitos autorais