ValeParaibano
Domingo, 27 de Janeiro de 2002
Vai viajar? Veja em www.novadutra.com.br as condições da Dutra.
Fale conosco
Vale Viver
Capa
 

Diversos horizontes

Dança do Vale do Paraíba terá um 2002 bastante diferente; grandes escolas estão otimistas, enquanto grupos de pesquisa precisam de mais espaço

São José do Campos

A dança do Vale do Paraíba inicia o ano de 2002 com diferentes perpectivas. As grandes academias de dança espera aumentar seus quadros e dar continuidade aos seus projetos. Já os grupos de pesquisa pretendem ganhar mais público para seus trabalhos - que ainda não existe de forma consistente na região.

A CBS (Companhia Brasileira de Sapateado) pretende continuar o movimento de profissionalização iniciado no ano de 2001. A Companhia tem mais de 300 alunos dividos em grupos de sapateado, jazz, balé clássico e dança do ventre.

Segundo a diretora da CBS, Adriana Brunatto, as perspectivas desse ano são favoráreis, pois as pessoas estão mais interessadas na dança, principalmente no sapateado, que a cada dia se populariza mais.

"Ano passado tive que montar várias turmas de sapateado durante o ano. O mercado para a dança em São José está bastante favorável", explicou Adriana.

Uma das principais inovações da companhia para este ano é a formação de um grupo de sapateado masculino, ainda inédito na cidade. A equipe vai participar do Festival de Dança de Joenvile, um dos mais tradicionais do Brasil

"É a primeira vez que um grupo só de homens concorrerá na categoria de sapateado dentro de um festival de dança. Será um feito inédito do Brasil", disse.

OTIMISMO - A bailarina e coreógrafa Cristina Cará também se mostra otimista para ano de 2002. Ele pretende manter sua academia funcionando a todo o vapor e ensair novas coreografias com seus alunos, a fim de prepará-los para os festivais que acontecem no decorrer do ano.

"Em 2002 vamos aprimorar o que foi feito no ano passado. Participamos de vários festivais e fomos muito bem em 2001. Pretendemos repertir a dose" disse Cristina.

PESQUISA - O grupo Magesto, de Jacareí, no entanto, não compartilha desse otimismo sobre a dança no Vale do Paraíba, e reclama da falta de espaço para os grupos que desenvolvem pesquisa e não estão inseridos nas lógicas das academias.

"Ainda não há espaço para apresentações de grupos como o Magesto. Ainda precisamos conquistar o gosto do grande público para ver o nosso trabalho obter um certo êxito", afirmou a bailarinha e também diretora do grupo Carla Nader.

DANÇA SÓCIAL - Exemplo ímpar dentro da dança da região, Matilde Mathias, que há 15 anos leva dança à periferia de São José dos Campos, vai dar continuidade ao seu projeto social e pretende implementar o Litoral Dance Festival, que entra em sua quinta edição este ano.

"Só tenho o que comemorar, vou manter meu trabalho com os 52 alunos do Bairro do Morumbi e ainda continuarei na organização do Litoral Dance, que é um festival de dança que cresce a cada ano. Estou otimista", afirmou Matilde.



Divulgação
Pedro Ivo Prates/24FEV01
matéria anteriorÍndicepróxima matéria
CLASSIFICADOS
Balcão de Anúncios
ANÚNCIOS P/ cm
ASSINATURAS
Clube do Assinante
SERV. GRÁFICOS
EXPEDIENTE
PESQUISA
ED. ANTERIORES
SERVIÇOS
LINKS ÚTEIS
WebAvista Submarino InterNexo Ltda.
Na sua opinião, que hipótese explica a morte do prefeito Celso Daniel (PT), de Santo André?
Crime Político
Assalto Frustrado
Sequestro por Engano
Sequestro Comum
Não Sei
 
© 2002 ValeParaibano. Clique aqui para reprodução e direitos autorais