Conselheiro diz que auditoria atesta lisura
São José dos Campos
O presidente do Conselho Curador da PoloVale, Paulo Saes, considera a auditoria interna feita pela fundação uma prova da lisura na condução das contas do órgão.
Ele afirma que o objetivo da inspeção, coordenada pelo pesquisador Francisco de Assis Chiaratto, é analisar o uso da Lei de Informática.
"Tínhamos apenas uma dúvida técnica", disse Saes, em entrevista anterior. Ainda de acordo com Saes, todas as despesas da PoloVale em 2000 tiveram o aval dos conselheiros.
O diretor-presidente, José Eduardo Jendiroba Teixeira, que se afastou do cargo para a realização de uma auditoria externa, foi procurado pelo ValeParaibano ontem, pelo terceiro dia consecutivo. Sua assessoria informou que ele não se pronunciaria sobre o assunto.
Hoje, deverá ocorrer, às 14h, uma reunião do conselho com o diretor interino da Fundação, Maurício Meira. Na ocasião, a PoloVale deve se pronunciar sobre as investigações do Ministério Público.
O promotor Luiz Cláudio Vidal Gonçalves, curador de fundações de São José, desqualifica a auditoria interna.
"Essa auditoria interna não adiantará nada. Nós vamos utilizar os dados da que será feita em maio", afirmou Gonçalves.
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